Interesse da Toyota no RS
Gazeta Mercantil - 13/5/2004

O governo do Rio Grande do Sul anunciou que a Toyota irá importar veículos pelo estado e implantará um centro de distribuição no município de Guaíba, no terreno destinado à fábrica da Ford, que acabou se transferindo para a Bahia. Serão importados cerca de 22 mil veículos por ano, que somam um valor de R$ 1,4 bilhão.


Procomex propõe modernização logística e aduaneira
Tecnologística - 12/5/2004

Em seminário realizado em São Paulo esta semana, a Aliança Pró-Modernização Logística do Comércio Exterior, Procomex, discutiu a "Aduana: Fator de Competitividade no Comércio Internacional" e elegeu prioridades na modernização do sistema logístico brasileiro. Rogério Santanna dos Santos, do Ministério do Planejamento, citou um número assustador: 14% do custo da importação no Brasil está na "papelada", ou seja, emperrada por conta da burocracia. Ele defende a estrutura eletrônica para a integração dos mercados, entre eles o Mercosul. O seminário marcou o lançamento da Procomex, uma iniciativa civil, com o objetivo de aparelhar o Brasil com um sistema de fluxo aduaneiro moderno e competitivo, que estimule a atividade empresarial e sirva como referencial para os demais países do Mercosul.


Procomex propõe modernização logística e aduaneira
Tecnologística - 12/5/2004

Em seminário realizado em São Paulo esta semana, a Aliança Pró-Modernização Logística do Comércio Exterior, Procomex, discutiu a "Aduana: Fator de Competitividade no Comércio Internacional" e elegeu prioridades na modernização do sistema logístico brasileiro. Rogério Santanna dos Santos, do Ministério do Planejamento, citou um número assustador: 14% do custo da importação no Brasil está na "papelada", ou seja, emperrada por conta da burocracia. Ele defende a estrutura eletrônica para a integração dos mercados, entre eles o Mercosul. O seminário marcou o lançamento da Procomex, uma iniciativa civil, com o objetivo de aparelhar o Brasil com um sistema de fluxo aduaneiro moderno e competitivo, que estimule a atividade empresarial e sirva como referencial para os demais países do Mercosul.


“Porto seco” reduz custos logísticos em até 65%
Brazil Modal –10/5/2004

A Liebherr, fabricante alemã de escavadeiras e guindastes, há um ano está trabalhando no Porto Seco de Taubaté, administrado pela Integral Terminais, o que garantiu à empresa uma redução de 16% em seus custos portuários e de armazenagem nesse período. Há outras 60 Eadis no país, sendo 25 delas no Estado de São Paulo. No total, elas oferecem 5 milhões de m² alfandegados às empresas e um custo 65% inferior em relação à movimentação em zona primária, como portos e aeroportos. Hoje, 40% dos volumes de exportação e importação do país passam pelos portos secos.


Suape terá terminal para ferro
Gazeta Mercantil - 10/5/2004

O Complexo Industrial e Portuário de Suape vai exportar minério de ferro a partir de outubro deste ano. O protocolo de intenções que respalda a operação foi assinado, nesta semana, pelo governador em exercício, José Mendonça Filho, e as empresas MHAG Serviços e Mineração e a Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. O terminal, que vai operar cerca de 1 milhão de toneladas/ano, receberá investimentos de R$ 15 milhões.


Falta regulação e dinheiro privado para as ferrovias
Valor Online - 10/5/2004

Quando elaborou o Plano Avança Brasil, apelido do Plano Plurianual 2000-2003, o governo FHC estimou que seriam realizados investimentos de R$ 18,9 bilhões em ferrovias no período 2000-2007, a maior parte deles pela iniciativa privada. Mas, nesta área, o setor privado não deu a resposta esperada. De acordo com dados da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT), as concessionárias das malhas ferroviárias investiram apenas R$ 3,9 bilhões nos primeiros quatro anos desta década, a preços de dezembro de 2003.


Logística se expande no rastro do petróleo
DCI –10/5/2004

As grandes operadoras de óleo e gás, que arremataram blocos em leilões passados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), vão intensificar, nos próximos três anos, as perfurações na costa brasileira. De olho nesse leque de novas oportunidades, as empresas especializadas em logística offshore (transporte entre plataforma e terra, e vice-versa) esperam duplicar as receitas em 2004. Este é um mercado que movimenta, por ano, cerca de US$ 250 milhões.


Pequenos têm apoio para iniciar exportações
Diário de S. Paulo –9/5/2004

Os micro e pequenos empresários interessados em exportar devem ficar de olhos bem abertos. Várias iniciativas — de programas especiais de bancos a projetos de orientação das entidades de classe — buscam aumentar o fôlego das vendas externas do setor. A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) começa a distribuir este mês perto de 10 mil manuais com informações básicas para exportação. O Santander Banespa, em parceria com a empresa de transporte expresso FedEx, aposta na expansão de programa com facilidade de crédito e desconto de até 50% nas tarifas de remessas. Os Correios devem ampliar em 80% as remessas pelo Exporta Fácil este ano e o Banco do Brasil prevê atingir 800 operações com pequenos exportadores — quatro vezes mais que no ano passado.


“Aeroporto industrial” sai do papel
DCI –7/5/2004

A partir de agosto, alguns setores da indústria poderão instalar suas plantas produtivas dentro de aeroportos e, com isso, ganhar competitividade logística e isenção de tributos. Dentre eles, o Imposto de Importação, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e, dependendo do Estado, descontos também no Imposto sobre Circulação de Serviços e Mercadorias (ICMS). A Infraero está concluindo o desenvolvimento de um software que irá integrar informações do próprio órgão, da Receita Federal e da indústria instalada. A informatização da operação — uma exigência da Receita — era a etapa que faltava para o “aeroporto industrial” sair do papel.