Araçatuba construirá terminal em Cuiabá
Net Marinha - 21/5/2004

Cuiabá será a partir do segundo semestre deste ano o centro de consolidação de cargas para Bolívia, Peru e Chile em todo País, com esta mudança na logística, a filial cuiabana do Expresso Araçatuba deverá incrementar seu faturamento em 20%, em comparação a 2003, e fechar o ano R$ 10 milhões. Para isso, está realizando investimentos para a construção de um terminal para centralização de cargas também para outros estados brasileiros localizados no Norte.


Cabotagem atrai investimentos ao País
Estado de S. Paulo - 21/5/2004

O aumento do transporte interno de carga marítima no País, a chamada navegação de cabotagem, começa a atrair investimentos. Se em 1996 apenas dois navios disputavam esse transporte, hoje são 14, e o negócio atingiu a cifra de US$ 120 milhões no ano passado, o que motivou o grupo anglo-holandês P&O Nedlloyd, por meio de sua subsidiária Mercosul Line, a encomendar dois navios para atuar exclusivamente na rota Manaus-Santos. Eles vão consumir investimento de US$ 70 milhões, dos quais US$ 61 milhões financiados pelo BNDES.


Hidrovia Araguaia-Tocantins irá alavancar o agronegócio
Gazeta Mercantil - 27/5/2004
A utilização de hidrovias no transporte de grãos tornaria o agronegócio brasileiro ainda mais competitivo no mercado mundial, segundo o resumo dos debates da Comissão

Geral da Câmara que discutiu a criação da Hidrovia Araguaia-Tocantins, apontada como uma das principais vias de transporte das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Representantes dos governos de Mato Grosso, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Pará e Goiás, afirmam que a conclusão das obras reduzirá o custo da produção agropecuária do Centro-Oeste, barateando o produto nacional exportado e aumentando sua competitividade. A hidrovia já consumiu R$ 300 milhões, porém o transporte pelo rio ainda é pouco usado, por causa das limitações existentes. Faltam R$ 256 milhões para a conclusão das obras.


ATA arrenda Boeing e se expande
Gazeta Mercantil - 26/5/2004

A Atlântico Transporte Aéreo - ATA Brasil, a mais nova empresa do setor com vôos regulares, elegeu Fortaleza como base de seus negócios. O foco inicial contempla a área de cargas - importação e exportação e transporte industrial. A companhia vai atuar com frota de 10 Boeings, sendo nove 737-300 e um 727-200, este último exclusivo para o transporte de cargas. A empresa investiu cerca de US$ 1 milhão no leasing das aeronaves, arrendadas de empresas de aviação européias, em pessoal e infra-estrutura. Nos primeiros meses, a companhia vai utilizar 5 aeronaves, com capacidade de transportar até 14,5 toneladas, cada.


Vale pede o quarto píer no Porto de São Luís
Gazeta Mercantil - 26/5/2004

A Companhia Vale do Rio Doce, maior mineradora do mundo, estuda a possibilidade de arrendar mais um píer no porto do Itaqui, em São Luís. A CVRD já arrenda o berço 105 do Itaqui, que integra o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, onde possui um píer de propriedade exclusiva e está prestes a inaugurar um terceiro. De acordo com as negociações entre CVRD e a Empresa Maranhense de Administração Portuária, a mineradora pode investir na construção de mais um píer petroleiro, liberando o atual para ser arrendado.


Americanas abrirá loja ‘express’ em São Paulo
DCI - 26/5/2004

A primeira loja de formato reduzido da Lojas Americanas será aberta em São Paulo no segundo semestre. No Rio de Janeiro, a empresa já tem quatro em operação. As lojas denominadas express possuem tamanho menor que as tradicionais e um sortimento de produtos também reduzido. A proposta é privilegiar as áreas de bonbonnière, higiene e beleza, lingerie, brinquedos, fraldas e acessórios para bebês, papelaria bebidas e algumas utilidades domésticas. No total, são cerca de 10 mil itens, quase 20% do volume do ponto-de-venda convencional.


Logística de distribuição caminha contra crise
Web Transpo - 25/5/2004

Ao contrário dos números apontados pelo Dieese e IBGE, que apresentam apenas aumento no índice de desemprego, empresas do setor de logística de distribuição oferecem novas vagas, expandem serviços, ampliam estruturas físicas, e investem firme em tecnologia para atender o aumento na demanda. A informação é da Abraed – Associação Brasileira das Empresas de Distribuição – que representa 15 empresas, e gera mais de 1 milhão de empregos.


Custos disparam e afetam a remessa de produto cerâmico
Gazeta Mercantil - 25/5/2004

A falta de navios e o alto custo do frete está levando os fabricantes de cerâmica para revestimento a buscarem alternativas para garantir as exportações do produto. "Estamos negociando com os armadores mais espaço nos navios e, em alguns casos, colocando o próprio cliente em contato direto com eles", diz Paulo César Benetton, gerente corporativo de logística da Cecrisa. Para contornar a situação, a Anfacer (associação que representa os fabricantes do setor) vai tentar reunir várias empresas numa única operação de embarque. As empresas exportaram 103,5 milhões de metros quadrados em 2003 e utilizaram cerca de 80 mil contêineres.


Novo presidente da Gafisa
Valor Online – 24/5/2004

Luiz Cláudio Nascimento assumiu a presidência executiva da Gafisa, construtora e incorporadora do eixo Rio-São Paulo. Nos últimos 20 anos ele atuou no Grupo GP, 15 deles na Ambev, onde gerenciou as fábricas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Venezuela. Foi também diretor geral da fábrica da Brahma Argentina e diretor corporativo da área de logística e suprimentos, acumulando a responsabilidade pela administração dos imóveis da Ambev Brasil. Por cinco anos, também trabalhou no Banco de Investimentos Garantia. Ivo Alves da Cunha, que presidiu a Gafisa nos últimos sete anos, agora responderá pela presidência do conselho de administração e do comitê de incorporação e novos negócios da companhia.


Sem estrutura, sojicultores do PR perdem R$ 1 bi
Brazil Modal - 23/5/2004

Os produtores de soja do Paraná tiveram este ano prejuízos que beiram a R$ 1 bilhão em função da ineficiência da infra-estrutura de transporte da safra. A afirmação foi do presidente da Sociedade Rural dos Campos Gerais, Luiz Eduardo Pilatti Rosas. De acordo com Rosas, a produção de soja no Paraná e no Brasil dentro da porteira é a mais competitiva que existe no mundo. Ele calcula que há uma vantagem de 17% em relação aos produtores de outros países. Ocorre que quando a soja chega no porto ela só apresenta 2% de vantagem.